Brasileiro só vive de promessas cidaoda baiana 10/04/2010
Quem acredita no presidente Aquele que saiu do povo Grande lutador, trabalhador Que até perdeu um dedo Trabalhando que só vendo Que arrastou multidões Entre ( na luta Trabalhista) Que correu com as grandes Ou melhor industria Do nosso querido Estado Muitos ficou a ver navios Num barco furado Do sindicato, em que os sindicos Vivem e viveram ao bel prazer Surripiando o o nosso progresso Agora no trono, que é valido Apoiado, pelos que vive Em constante promessa De que tudo vae melhorar Melhourou sim A poucos, o chamado puxa Parentes de tudo quanto jeito Sinceramente já esqueci De tanta promessas Os Hospitais, estradas, salário As casas dos sonhos A serem construidas Que ficou e ficara no papel As entemperes por ai afora Promete, o que não é pouco Ajuda a todos aque a sofreram Menos pro Brasil, segundo plano Viver de promessas É nosso estigma. "Viva o Planato Central"
É fraca esta minha milonga Mas da pra se entender o recado
Com entrevista polêmica, Ratinho espera que crimes hediondos não sejam esquecidos
Nesta quinta, 8 de abril, o Programa do Ratinho leva ao ar uma entrevista exclusiva com Guilherme de Pádua, condenado pelo assassinato da atriz Daniella Perez, filha da autora Glória Perez.
Com a exibição da reportagem, Ratinho pretende relembrar fatos deste caso polêmico. "É para saber, perante a opinião pública, se estes crimes hediondos já foram esquecidos ou ainda estão vivos na memória popular", disse o apresentador em sua conta no Twitter.
Pai de três filhos e avô de três netas, o apresentador fala ainda sobre o sofrimento da família de vítimas de crimes como esse. "A história é triste, o crime bárbaro; nada apaga a dor da perda de um filho", comentou.
O programa pretende levar ao ar outras entrevistas polêmicas e trazer de volta histórias que chocaram o país. "Na verdade, tento colaborar para que estes casos não fiquem esquecidos e a nova geração tome conhecimento do que aconteceu anos atrás", finalizou Ratinho em seu microblog.
O gosto por reviver o passado cidao dabaiana 08/04/2010
- Lembro-me de meus pais humildes, nos morando em terras que não era nossa, junto aos amigos de infância, do grupo escolar, de quando meu pae faleceu, ainda jovem, dizia minha mãe ele só tinha 33 anos de idade, isto por volta de 1953, veio a falecer num hospital na cidade de Sertãozinho, morando na Usina São Vicente, no Municipio de Pitangueiras, minha mãe deu um duro danado na roça, ora carpindo cana, ou cortando a mesma, na ajuda de seu trabalho, como uma andorinha para abastecer a Usina Açucareira. - Neste embrolho eu começei cedo a sentir o trabalho, de tarefas que todos tinha ao alcance, da escola, o primario das sete da manha ao meio-dia, e depois corria para a roça, e complementar o dia, com isto ajudava no sustento dos demais irmãos, era duro mas não tinha cansaço, era muito feliz, não sabendo que felicidade era esta. - Cresçendo, sem ver o tempo, já era jovém, cheio de vida, participava da medida do possível de tudo o que estava no alcançe, natação, judo, futebol, banda de musica, formos um cojunto musical "os barulhentos", inspirado nos The Bleates, deixei meu cabelo crescer, parecendo os menino de Liverpol, que certa feita rendeu-me uma prisão na cidade de Pitangueira SP, inveja creio da oposição, não só dos ingleses que era fã dos brasileiros Roberto Carlos, Simonal, Altemar Dutra e muitos outros e da musica a chamada caipira, que gosto até hoje _ Com ajuda de minha querida mãe D. Julia, consegui com muito esforço a concluir o ginasial, minhas ativides na Usina foi muitas, roceiro tratorista, por vários anos, motorista, e até mesmo no fabrico do açucar na chamada safra de cana. - Em 1972 num começo de janeiro, sem despedir dos amigos, e a tira colo eu e a d. Elsa estva enfrentando a cidade de São Paulo, onde juntos, começamos nova vida... - Eis porque titulo, "O gosto por reviver o passado"
Na ponta do coração Eu guardei seu nome Desde a primeira vez Que a vi Na ponta do coração Você me diz sorrindo Que eu era o tal Na ponta do coração Diz que me amaria Sempre, sempre, sempre Na ponta do coração Deu-se tudo ao contrário Esqueceu o prometido Mais rápido que o vento Em grande tempestade Na ponta do coração Me encontro sozinho A vagar,sem destino Sem luz no meu caminho
Aparecido de Souza28/07/2008
Toco Preto cidao da baiana 29/07/2008 Um Brasil que chora
Toco preto pegando fogo Toco preto pegando fogo Toco preto pegando fogo Toco preto pegando fogo Toco preto pegando fogo Repetir e repetir seguidamente Pareçe brincadeira de criança Mas na relidade uma cena triste No cotidianho da natureza Tocos de madeira Madeira sendo dezimada Pela incoerência do Homem Onde nossas queridas Matas Sendo devoradas, cortadas Pela ganância de brasileiros Que não ama O ambiente que vive Que é a terra chamada Brasil
Aparecido de Souza 29/07/2008
Domingo Colorido cidão da baiana/2708/1995
Domingo lindo de Sol Dia claro, vejo colorido Claros ameno na mente Dia tão bonito Dia tão bonito Sentir ver passar odia Só pensando em você Andar por ai Na rua com você Neste dia colorido Raios brilhante do sol Encontor aqui sozinho Só pensando em você
Ver passar o domingo Tão triste e sózinho Ver o colorido Passar por mim Na esperança De ver você chegar No domingo colorido Ir pra cidade Andar neste domingo Fico a esperar Você chegar Convidar prá sair Me convidar prá sair
Aparecido de Souza
POEMA EM PROSA
NA TRILHA.... CIDÃO DA BAIANA 16/09/2007
ESTOU SOZINHO, PENSANDO NO PASSADO LEMBRO-ME DE TUDO, ATÉ DO PULSAR DO MEU CORAÇÃO DAS PASSARADAS, DO VOAR, ATÉ DOS CANTIGOS A BRISA QUE CAIA, NAS MANHÃS DO MEU RECANTO TUDO AO LONGE, MAS PERTO DO MEU PENSAMENTO DAS MOLECAGENS, DAS FAÇANHAS DE CRIANÇAS EU COMO SE DIZ, ERA O FAMOSO TÊU, NA SURDINA DAVA MEUS PULOS NOS NINHOS DAS GALINHAS DA FAZENDA NOS CANAVIAIS, NAS MOITAS EM RODA DA SÉDE ERA MEU DIVERTIMENTO, GARANTIA A MISTURA DE CASA FOI SE, OS ANOS DOURADOS DE VIDA,EU ERA FELIZ E NÃO SABIA O VENTO FEZ CURVA, ESTAVA NA MOCIDADE, PRA SOBREVIVER DAVA UM DURO NO CABO SÊCO, COM MÃOS CALEJADAS SURGIU ENFIM UMA OPORTUNIDADE, EU ERA UM TRATORISTA CONHECI PALMO A PALMO AS TERRAS DA FAZENDA DE TANTO ARAR, PLANTAR, E COLHER PRODUTIVIDADE CANSADO DA LIDA, SURGIU MEU AMOR ÚNICO NÃO TINHA NADA PRA DAR, E NEM SIQUER CASAR SÊLEI UM ACÔRDO, ANOS DE TRABALHOS, MIGALHAS DECIDIDO A CAIR NO MUNDO, LIVRE COMO UM PASSÁRO MAS ADECISÃO FOI EM VÃO: FUGI COM ADOLECENTE PUSERAM A POLICIA, NA ESTAÇÃO DE TREM, NO FUNDO DO QUINTAL NO CANAVIAL, NA MIUDA CURTIA O GRANDE FEITO CASEI, MORO NA TERRA DE TODOS OS BRASILEIROS VIVO FELIZ, GRAÇAS A DEUS, A TRANCOS E BARRANCOS....
APARECIDO DE SOUZA 16/09/2007 SÃO PAULO.
Guarapa da terra Cidão da Baiana Maio de 1995
Garapa da terra Moenda roncando O trator virando a terra Do meu pensamento Garapa da terra Tempo correndo A chuva que caia No meu tempo de criança
Terra boa Terra vermelha Ali eu brincava Ali eu corria Na beira do rio Nas minhas travessuras A terra boa Terra querida Do meu tempo Que não volta mais
Debaixo da figueira Vinha a rasteira Dos amigos da terra Dos amigos sim Todos se foram Alguns para lado Outros que nunca Mais eu as vi Da terra eu tenho, Sinto muitas saudades Da minha terra
Terra boa Dos canaviais Da garapa da terra Dos pantanais Da lagoa Os meus amigos Todos enfim Onde estão, não sei Algum se lembra de mim A minha terra Garapa da terra Noite sem fim Luar tão bonito
Os Detalhes cidão da Baiana 21/10/2008
Detalhe é ver o modo de viver Detalhe caminhar sempre em frente Detalhe por que atráz vem gente Detalhe ver que não está sozinho Detalhe o mundo é imenso Detalhe há lugar pra todos Detalhe ser, egoísta não leva a nada Detalhe o sono profundo é pra todos Detalhe amar a vida e ser feliz Detalhe se não puder ajudar não atrapalha Detalhe ser coerênte com o que diz Detalhe saber escutar é uma virtude Detalhe não magoar, e não se aborrecer Detalhe pense, pensar e pense Detalhes são apenas Detalhes
São Paulo 22/10/2008 Aparecido de Souza
Meu Tempo
cidão da baiana 23/10/2008
Meu Tempo
Já tão longe se foi os longos anos
Em que o tempo, foi lentamente passando
Sinceramente passou como uma brisa
A gente vê mas a felicidade era tanta
que a gente nem sentia ele passar
Foi lento, com os amigos de infância
as brincadeiras, as amizades sinceras
de crianças, na mocidade
Ai veio um certo entalhe
o primeiro amor, o pulsar forte do coração
o desejo de estar na mocidade
junto com alguém mais próximo
ser dono de si, seguir o que manda o destino
encontrar algo de concreto na vida
Assim o Tempo deu tempo ao Tempo
Cá estou a memorar
e ver de longe o velho Tempo
Dando um tempo ao Tempo
Aparecido de Souza
VELHO MOGI
CIDÃO DA BAIANA
VIAJANDO PELO TEMPO TEMPO QUE VOA QUE ESTÁ PARADO NO MEU CORAÇÃO O CAMINHO QUE PERCORRI DESDE A MINHA LONGINCA INFÂNCIA BELA INFÂNCIA, NO MEU TORRÃO NATAL NA BELA TERRA, JUNTO AO VELHO MOGI AS VEZÊS TRISTE SEMPRE SORRINDO PARA MIM COM SEU LEITO CALMAMENTE FÊZ O PERCURSO DA MINHA VIDA
UM DIA, NO MÊS DE JANEIRO NA PASSAGEM, DA PASSAGEM EMBARQUEI NUM TREM DA PAULISTA COM DESTINO À CAPITAL DA JANELA VI A CURVA DO RIO O VELHO MOGI SUMINDO. SORRINDO,ME ACENANDO DESEJANDO; MUITA SORTE........
APARECIDO DE SOUZA
aparecido207@yahoo.com.br cidaodabaiana@gmail.com
No ver do dia seguinte cidaodabaiana 28/11/2009
Levar de certo modo sua vida Depende muito do dia seguinte De como ver as coisas E sentir como será sua caminhada Sem os esbarrões, e tropeços pelo caminho Não esmorecer jamais Dificuldades sempre haverá A vida, é vida, ser feliz Faz com que ela fica mais interessante O prazer de ver o dia seguinte
Aparecido de Souza São Paulo Sp Brasil Br
Linda e Bondosa 27/06/95 Cidão da Baiana Meiga linda e bondosa Leiga do meu amor Morena cor de jambo Faceira tu es uma flor Cabelos pretos e compridos Cabelos que amei Fiquei amarrado em você Amargando sentimento de dor Ela nem pra mim olhava Ou simplesmente Um bom amigo Eu estava sofrendo, muito com isto. Meiga linda e bondosa A gente tem, que sofrer um dia. Mas ela me fez Sofrer muito mais O meu amor, não era correspondido. Que ela nem sabia Meiga linda e bondosa
Aparecido de Souza São Paulo 30/09/2007
Na Brisa da Manhã 30/06/95 Cidão da Baiana Na brisa da manha La no meu sertão Com orvalho no rosto Cantarolando uma canção De ver Mariazinha Ou Ritinha talvez As lindas pequenas Que chegou sua vez Com a enxada no ombro Vai pro canavial Carpir a cana, tiririca de tal Berduega, mato macio Marmelada, coisa sem fio A esperança, de um dia ver melhor Casar e ter filhos Seguir sua vida Conforme Deus quis È assim que o sertanejo pensa Na brisa da manhã Vem outra canção Na brisa da manha Vem outra canção Que é do seu gosto Ver os amigos que um dia se foram Sentir a paz, alegria do lugar Mas falta algo, tem que casar Com Maria Rita Ou Martina do lugar Chega a tardezinha Pra casa, vem chegar Cansado do suor O sal do seu corpo A brisa da manha Chegar no outro dia Aparecido de Souza 30/09/2007 São Paulo
Rio Mogi Cidão da Baiana Agosto 1995 Quando a vista alcançava Na beirado rio avistava Ao longe o horizonte As vezes, pensava Que um dia partiria Pra ver navio, E o mundo encantado Chegou certo dia No começo de janeiro Arrumei a mala Parti por inteiro, Vi outras terras A mata amazônica Alegre Com a beleza natural Nas cidades Tão longe eu vivia Mas fiquei sozinho Me lembrando, de ti Minha terra querida Só penso em voltar Pra beira do meu rio Mogi Que um dia deixei Nas águas lamacentas Da lagoa do seu leito Ali eu pescava, Não tinha defeito Parti um dia, Conheci outros rios Sempre lembrando de ti Meu querido Mogi Vou voltar Sei que vou Tomar um banho Rever a minha infância