quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Bom dia! 01 de Agosto 2013


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Santuário em Ação especial Papa Francisco

Papa João Paulo II, Papa Bento VI e Papa Francisco, devotos de Nossa Senhora Aparecida: Dom Raymundo Damaceno, Arcebispo de Aparecida,  e o reitor do Santuário Nacional, Pe. Domingos Sávio falam sobre Leia mais »
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Ver para crer ou crer para ver?

Questoes de Fe julho 13 St.-Thomas-and-the-Wounds-ALT2No livro de João 20, 24-29, vemos o diálogo no qual Jesus questiona a fé do Apóstolo Tomé, que está no contexto da catequese original, primitiva e fundante da Igreja sobre a ressurreição. Ela nos ensina: não há verdadeira adesão de fé em Jesus se não se acreditar na sua vitória sobre a morte.
A adesão é mediada e partilhada na fé comunitária dos discípulos. Tomé representa o discípulo que chega atrasado nessa percepção. Não aceitava o testemunho dos outros: vimos o Senhor! Ver aqui não é só ter visto, é a alegria dada pela fé: Jesus vive em nosso meio!
Tomé queria certezas só dele para crer. Enfatizou: acreditarei se puser minha mão nas chagas dele! Não quis acompanhar os demais no caminho da fé. É isso que Jesus censura: o crer individualista, fora da comunidade. “Tomé, não sejas incrédulo, mas fiel”. Arrependido, o apóstolo enturmou-se na comunidade e fez o ato de fé sobrenatural: Meu Senhor e meu Deus! Jesus conclui: creste porque viste? Mais feliz é quem crê sem ter visto! Logo, não se poderá diferenciar a fé vivida pelos apóstolos (o ver), daquela que fará feliz a Igreja em qualquer época: crer e amar!
A experiência de fé no Deus infinito e invisível é dom do seu Espírito Santo a nós. Dom compartilhado na comunidade movida, animada, revitalizada e inspirada no amor ensinado por Jesus. Daí nasce a convicção cristã: a fé em Deus nunca foi nem será ameaçada pelo progresso das ciências. Não há concorrência entre fé e razão para quem se entrega ao Cristo ressuscitado. Ele está vivo e ativo entre os seus seguidores. Seu Espírito Santo faz maravilhas e nos liberta da ignorância espiritual e da fraqueza moral.
A fé cristã é revelação divina. Precisamos dos cinco sentidos para “ver” ou assimilar a realidade, mas o “crer” só é entendido por quem crê na revelação de Jesus Cristo ressuscitado. Entender o diálogo de Jesus com Tomé é somente pela fé na revelação bíblica.

Eu recebi Graça e Luz em minha vida!

O Manto da Mãe cobrindo todo o Brasil!
Vejam as fotos dos devotos que receberam a Graça de receber o Manto sagrado da Mãe Aparecida:

Papa Francisco recebe o livro da Campanha dos Devotos

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Na entrada do ofertório, oferecemos todo o Brasil, devotos da Mãe Aparecida, representados pelas 27 bandeiras de cada Estado de nosso país, nesta celebração solene com o Papa Francisco.
Oferecemos, também, as 50 mil intenções recebidas pelos canais de comunicação da Campanha dos Devotos.
Rezamos por elas, que Deus conceda a cada um, o melhor!

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Bom dia!Papa com chuva

Em comunidade carioca, papa denuncia desigualdade do mundo

Rio de Janeiro, 25 jul (EFE).- O papa Francisco disse nesta quinta-feira, durante sua visita à comunidade de Varginha, no Complexo de Manguinhos, no Rio de Janeiro, que "ninguém pode permanecer indiferente diante das desigualdades que existem no mundo" e pediu que o poder público se esforce para construir um mundo mais justo e que os jovens lutem contra a corrupção e a injustiça.

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Em uma manhã fria e chuvosa e em meio a fortes medidas de segurança, com policiais posicionados com armas de precisão e com o apoio de helicópteros, o papa visitou o complexo de favelas de Manguinhos, na zona norte do Rio de Janeiro, um local que até o final do ano passado era controlado por grupos de criminosos e narcotraficantes.
"Eu gostaria de fazer uma chamada aos que têm mais recursos, aos poderes públicos e a todos os homens de boa vontade comprometidos com a justiça social: que não se cansem de trabalhar por um mundo mais justo e mais solidário. Ninguém pode permanecer indiferente diante das desigualdades que ainda existem no mundo", afirmou o papa.
O pontífice pediu que todos contribuíssem para pôr fim às injustiças sociais.
"Não é a cultura do egoísmo, do individualismo, que frenquentemente regula nossa sociedade, aquela que constrói e conduz a um mundo mais habitável, mas sim a cultura da solidariedade; ver no outro não um concorrente ou um número, mas um irmão", ressaltou.
O papa também se dirigiu aos jovens, afirmou que eles "possuem uma sensibilidade especial frente às injustiças" e que se sentem frustrados com os casos de corrupção, "com pessoas que, em vez de buscar o bem comum, procuram, seu próprio benefício".
"Também para vocês e para todas as pessoas repito: nunca desanimem, não percam a confiança, não deixem que se apague a esperança. A realidade pode mudar, o homem pode mudar. Procurem ser vocês os primeiros a praticar o bem, a não se acostumarem ao mal, mas a vencê-lo", disse Francisco.
O papa destacou os esforços que a sociedade brasileira está fazendo para integrar os que mais sofrem e são mais necessitados, mas disse que "nenhum esforço de pacificação será duradouro, não haverá harmonia e felicidade para uma sociedade que ignora, que deixa à margem, que abandona na periferia parte de si mesma".
O papa defendeu a vida, disse que é um "dom de Deus, um valor que deve ser sempre tutelado e promovido; a família, fundamento da convivência e remédio contra a desagregação social; a educação integral, que não se reduz em uma simples transformação de informações com o simples fim de gerar lucro".
Na comunidade visitada, vivem cerca de duas mil pessoas, a maioria em condições precárias.
O papa, que chegou em um pequeno carro e depois se transferiu para o papamóvel, caminhou pelas ruas da comunidade sob a chuva e foi seguido por centenas de pessoas. Francisco entrou em uma casa para cumprimentar seus moradores e depois se reuniu com a comunidade em um campo de futebol.
Também entrou na pequena igreja construída na favela, onde abençoou o altar e deixou um cálice de presente.
Francisco não é o primeiro papa que visita uma comunidade. O papa João Paulo II foi ao Morro do Vidigal em sua primeira visita ao Rio. EFE

25/07/2013 11h58 - Atualizado em 25/07/2013 13h39

Papa fala de corrupção e diz a jovens para 'não se acostumarem ao mal'

Pontífice andou de papamóvel e discursou em comunidade de Manguinhos.
Francisco também rezou em capela, cumprimentou fiéis e visitou uma casa.

Do G1, em São Paulo
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Papa Francisco agradece a recepção dos brasileiros em discurso na comunidade de Manguinhos (Foto: Reprodução GloboNews)Papa Francisco agradece a recepção dos brasileiros em discurso no Rio (Foto: Reprodução/GloboNews)
O Papa Francisco falou sobre corrupção nesta quinta-feira (25), em discurso na comunidade de Varginha, em Manguinhos, no Rio de Janeiro, e pediu aos jovens que "nunca desanimem, não percam a confiança, não deixem que se apague a esperança" frente às "notícias que falam de corrupção, com pessoas que, em vez de buscar o bem comum, procuram o seu próprio benefício".
A realidade pode mudar, o homem pode mudar. Procurem ser vocês os primeiros a praticar o bem, a não se acostumarem ao mal, mas a vencê-lo"
Papa Francisco
Menino abraça o Papa Francisco durante visita ao Conjunto de Favelas de Manguinhos (Foto: Reprodução GloboNews)Menino abraça o Papa durante visita a comunidade
em Manguinhos (Foto: Reprodução GloboNews)
Somos pobres, pequenos, esquecidos"
Jovem da comunidade
"A realidade pode mudar, o homem pode mudar. Procurem ser vocês os primeiros a praticar o bem, a não se acostumarem ao mal, mas a vencê-lo", afirmou o pontífice.
(O G1 acompanha em tempo real o dia do Papa no Rio de Janeiro.)
Após deixar o Palácio da Cidade, na Zona Sul, onde abençoou atletas e bandeiras olímpicas e paralímpicas, além de receber a chave da cidade do Rio de Janeiro, o pontífice seguiu em carro fechado até Manguinhos. Lá, andou de papamóvel pela comunidade, cumprimentou e abençoou fiéis e beijou crianças.
Em sua chegada a Varginha, o Papa Franciso recebeu um colar com as cores do Brasil, que ele vestiu sobre suas vestes sacerdotais. Depois fez uma oração na capela do conjunto de favelas de Manguinhos, com uma fala breve. Antes de discursar em um campo de futebol, ele ainda visitou uma família da comunidade, permanecendo cerca de 10 minutos dentro da casa.
'Mundo mais justo e mais solidário'
Francisco afirmou ainda que os brasileiros podem "dar para o mundo uma grande lição de solidariedade" e pediu "aos que possuem mais recursos, às autoridades públicas e a todas as pessoas de boa vontade comprometidas com a justiça social" que "não se cansem de trabalhar por um mundo mais justo e mais solidário".
"Quero encorajar os esforços que a sociedade brasileira tem feito para integrar todas as partes do seu corpo, incluindo as mais sofridas e necessitadas, através do combate à fome e à miséria. Nenhum esforço de 'pacificação' será duradouro, não haverá harmonia e felicidade para uma sociedade que ignora, que deixa à margem, que abandona na periferia parte de si mesma", disse.
'Somos pobres, pequenos, esquecidos'
Francisco ouviu com atenção o discurso de boas vindas de um jovem de Varginha, que disse que a visita à comunidade marcará a vida de todos os moradores. "A sua vida, Pai Francisco, nos levou à mídia nacional e internacional", afirmou o jovem, "mas desta vez não nas páginas policiais". Ele lembrou que, depois do anúncio de que o Papa visitaria Varginha, ruas foram asfaltadas, lixeiras foram melhor distribuídas e outras melhorias foram feitas. "Esperamos que isso continue", disse ele. "Somos pobres, pequenos, esquecidos", afirmou o jovem da comunidade.
Próximos compromissos
À tarde, o Papa vai encontrar conterrâneos argentinos na Catedral Metropolitana, por volta das 12h30. Depois, Francisco vai à Copacabana para o segundo ato central da Jornada Mundial da Juventude. De helicóptero, ele deve desembarcar no Forte de Copacabana e, de papamóvel, vai do Posto 6 até o Leme. No palco construído para o evento, o pontífice vai realizar a acolhida aos jovens, com benção e discurso.
Confira a íntegra do discurso do Papa Francisco:
Queridos irmãos e irmãs,
Que bom poder estar com vocês aqui! Desde o início, quando planejava a minha visita ao Brasil, o meu desejo era poder visitar todos os bairros deste País. Queria bater em cada porta, dizer "bom dia", pedir um copo de água fresca, beber um "cafezinho", falar como a amigos de casa, ouvir o coração de cada um, dos pais, dos filhos, dos avós... Mas o Brasil é
tão grande! Não é possível bater em todas as portas! Então escolhi vir aqui, visitar a Comunidade de vocês que hoje representa todos os bairros do Brasil. Como é bom ser bem acolhido, com amor, generosidade, alegria! Basta ver como vocês decoraram as ruas da Comunidade; isso é também um sinal do carinho que nasce do coração de vocês, do coração dos brasileiros, que está em festa! Muito obrigado a cada um de vocês pela linda acolhida! Agradeço a Dom Orani Tempesta e ao casal Rangler e Joana pelas suas belas palavras.

Desde o primeiro instante em que toquei as terras brasileiras e também aqui junto de vocês, me sinto acolhido. E é importante saber acolher; é algo mais bonito que qualquer enfeite ou decoração. Isso é assim porque quando somos generosos acolhendo uma pessoa e partilhamos algo com ela – um pouco de comida, um lugar na nossa casa, o nosso tempo -
não ficamos mais pobres, mas enriquecemos. Sei bem que quando alguém que precisa comer bate na sua porta, vocês sempre dão um jeito de compartilhar a comida: como diz o ditado, sempre se pode “colocar mais água no feijão”! E vocês fazem isto com amor, mostrando que a verdadeira riqueza não está nas coisas, mas no coração! E povo brasileiro, sobretudo as pessoas mais simples, pode dar para o mundo uma grande lição de solidariedade, que é uma palavra frequentemente esquecida ou silenciada, porque é incômoda. Queria lançar um apelo a todos os que possuem mais recursos, às autoridades públicas e a todas as pessoas de boa vontade comprometidas com a justiça social: Não se cansem de trabalhar por um mundo mais justo e mais solidário! Ninguém pode permanecer insensível às desigualdades que ainda existem no mundo! Cada um, na medida das próprias possibilidades e responsabilidades, saiba dar a sua contribuição para acabar com tantas injustiças sociais! Não é a cultura do egoísmo, do individualismo, que frequentemente regula a nossa sociedade, aquela que constrói e conduz a um mundo mais habitável, mas sim a cultura da solidariedade; ver no outro não um concorrente ou um número, mas um irmão. Quero encorajar os esforços que a sociedade brasileira tem feito para integrar todas as partes do seu corpo, incluindo as mais sofridas e necessitadas, através do combate à fome e à miséria. Nenhum esforço de "pacificação" será duradouro, não haverá harmonia e felicidade para uma sociedade que ignora, que deixa à margem, que abandona na periferia parte de si mesma. "
Não deixemos entrar no nosso coração a cultura do descartável. Não deixemos entrar no nosso coração a cultura do descartável, porque nós somos irmãos, ninguém é descartável". Uma sociedade assim simplesmente empobrece a si mesma; antes, perde algo de essencial para si mesma. Lembremo-nos sempre: somente quando se é capaz de compartilhar é que se enriquece de verdade; tudo aquilo que se compartilha se multiplica! A medida da grandeza de uma sociedade é dada pelo modo como esta trata os mais
necessitados, quem não tem outra coisa senão a sua pobreza!

Queria dizer-lhes também que a Igreja, «advogada da justiça e defensora dos pobres diante das intoleráveis desigualdades sociais e econômicas, que clamam ao céu» (Documento de Aparecida, 395), deseja oferecer a sua colaboração em todas as iniciativas que signifiquem um autêntico desenvolvimento do homem todo e de todo o homem. Queridos amigos, certamente é necessário dar o pão a quem tem fome; é um ato de justiça. Mas existe também uma fome mais profunda, a fome de uma felicidade que só Deus pode saciar. Não existe verdadeira promoção do bem-comum, nem verdadeiro desenvolvimento do homem, quando se ignoram os pilares fundamentais que sustentam uma nação, os seus bens imateriais: a vida, que é dom de Deus, um valor que deve ser sempre tutelado e promovido; a família, fundamento da convivência e remédio contra a desagregação social; a educação integral, que não se reduz a uma simples transmissão de informações com o fim de gerar lucro; a saúde, que deve buscar o bem-estar integral da pessoa, incluindo a dimensão espiritual, que é essencial para o equilíbrio humano e uma convivência saudável; a segurança, na convicção de que a violência só pode ser vencida a partir da mudança do coração humano.
Queria dizer uma última coisa. Aqui, como em todo o Brasil, há muitos jovens. Vocês, queridos jovens, possuem uma sensibilidade especial frente às injustiças, mas muitas vezes se desiludem com notícias que falam de corrupção, com pessoas que, em vez de buscar o bem comum, procuram o seu próprio benefício. Também para vocês e para todas as pessoas
repito: nunca desanimem, não percam a confiança, não deixem que se apague a esperança. A realidade pode mudar, o homem pode mudar. Procurem ser vocês os primeiros a praticar o bem, a não se acostumarem ao mal, mas a vencê-lo. A Igreja está ao lado de vocês, trazendo-lhes o bem precioso da fé, de Jesus Cristo, que veio «para que todos tenham vida, e vida em abundância» (Jo 10,10).

Hoje a todos vocês, especialmente aos moradores dessa Comunidade de Varginha, quero dizer: Vocês não estão sozinhos, a Igreja está com vocês, o Papa está com vocês. Levo a cada um no meu coração e faço minhas as intenções que vocês carregam no seu íntimo: os agradecimentos pelas alegrias, os pedidos de ajuda nas dificuldades, o desejo de consolação
nos momentos de tristeza e sofrimento. Tudo isso confio à intercessão de Nossa Senhora Aparecida, Mãe de todos os pobres do Brasil, e com grande carinho lhes concedo a minha Bênção.
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quinta-feira, 25 de julho de 2013

Bom dia!Nuria Camacho da Costa Rica e Marcia Torres da Republica Domenicana a juventude 2013 Brasil BR

22/07/2013 15h46 - Atualizado em 24/07/2013 20h28

FOTOS: Papa Francisco no Brasil

Pontífice comanda a Jornada Mundial da Juventude, que atrai ao país peregrinos de todo o mundo.
24/7 - Papa Francisco acena para os fiéis na zona norte do Rio de Janeiro

Papa encerra missa em Aparecida e diz que volta em 2017

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Bom dia! O frio em São Paulo SP Brasil BR

O frio em São Paulo SP Brasil BR
Que tá de rachar manona, que dá gosto, na nossa querida cidade Sampa, mas tem o encontro do Papa Francisco em Aparecida, a padroeira do Brasil
Os brasileiros de fé, e romeiros, que estão em Aparecida, que "Deus", nosso amigão "Jesus Cristo", guie seus caminhos, e que todos os brasileiros, sejam felizes, eu e minha familia me encontro, com muita Paz.

terça-feira, 23 de julho de 2013

Bom dia! O sorriso de Francisco o "PAPA", no Brasil


Do G1 Rio

O Papa Francisco chegou ao Brasil às 15h45 desta segunda-feira (22) para presidir a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), desfilou em carro aberto e saudou os jovens em seu primeiro discurso, no Rio de Janeiro. "Cristo bota fé nos jovens", afirmou o pontífice argentino, que faz sua primeira viagem internacional desde que foi escolhido sucessor de Bento XVI. O Papa fica no país até domingo (28) e ainda visitará a cidade de Aparecida (SP), nesta quarta.
(O G1 acompanha em tempo real a visita do Papa, em fotos e vídeos. Siga)
Francisco foi recebido com flores brancas pela presidente Dilma Rousseff na base aérea do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro. Em seguida, percorreu um trajeto, acompanhado por uma multidão, em três carros, incluindo o papamóvel, e de helicóptero, até o Palácio da Guanabara, onde ambos discursaram.
"Cristo bota fé nos jovens. E também os jovens botam fé em Cristo", afirmou o Papa. "Obrigado pelo seu generoso acolhimento (...). Vim para a JMJ para encontrar os jovens que vieram de todo o mundo atraídos pelos braços abertos pelo Cristo Redentor. Estes jovens vêm de diversos continentes, falam línguas diferentes, são portadores de variadas culturas e, todavia, em Cristo encontram as respostas para suas mais altas e comuns aspirações e podem saciar a fome de verdade límpida e de amor autêntico que os irmanem para além de toda diversidade", afirmou.

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Bom dia!Fafa de Belém


18/07/2013 16h16 - Atualizado em 18/07/2013 16h36

Fafá de Belém canta para o Papa Francisco na Cerimônia de Acolhida

Apresentação será no dia 25 durante a Jornada Mundial da Juventude.
Artista paraense já se apresentou para os papas João Paulo II e Bento XVI.

Luana Laboissiere e Gil Sóter Do G1 PA
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Em 2005, a cantora homenageou o Papa João Paulo II em apresentação na avenida de mesmo nome, em Belém. (Foto: Cristino Martins/OLiberal)Em 2005, a cantora homenageou o Papa João Paulo II em apresentação na avenida de mesmo nome, em Belém. (Foto: Cristino Martins/OLiberal)
A cantora Fafá de Belém vai viver, na próxima semana, a emoção de homenagear mais uma vez a autoridade máxima da Igreja Católica em visita ao Brasil. A paraense foi a artista escolhida para se apresentar na Cerimônia de Acolhida do Papa Francisco, no dia 25, no palco em Copacabana, na capital carioca, durante a Jornada Mundial da Juventude.
O padre Fábio de Melo foi o compositor da música que Fafá cantará ao Papa Francisco (Foto: Gil Sóter / G1)O padre Fábio de Melo foi o compositor da música que Fafá cantará ao Papa Francisco (Foto: Gil Sóter / G1)
Fafá coleciona experiências de encontros com os Papas João Paulo II, em 1997, e Bento XV, em 2006. Na visita do polonês Karol Wojtyla ao Brasil, em missa presidida no estádio do Maracanã durante o Segundo Encontro Mundial do Papa com as Famílias, ela entoou ‘Ave Maria’, de Vicente Paiva e Jayme Redondo. Após a homenagem, a artista quebrou o protocolo quando não conseguiu se conter, correu em direção ao sumo pontífice e o abraçou.
O encontro com o Papa alemão ocorreu no Quinto Encontro Mundial do Papa com as Famílias, em Valência, na Espanha. A música escolhida foi a mesma, mas a experiência não: “Passa (no momento da apresentação) pela tua cabeça toda a tua vida. Parei e me perguntei ‘Por que eu?’”, revela.
Artista irá cantar 'Eu sou de Lá' para o Papa Francisco durante a Jornada Mundial da Juventude. (Foto: Divulgação/Guilherme Licurgo)Artista irá cantar 'Eu sou de Lá' para o Papa
Francisco durante a Jornada Mundial da
Juventude. (Foto: Divulgação/Guilherme Licurgo)
Ao receber a notícia de que fora novamente escolhida para homenagear, agora, o primeiro Papa latino-americano em mais de 1200 anos de história, ela tenta traduzir o sentimento em entrevista exclusiva ao G1. “Recebi (a notícia) com emoção, alegria e júbilo. Há um Conselho e as escolhas são submetidas ao Vaticano. Minha emoção maior foi saber que a canção escolhida foi ‘Eu sou de Lá’ e que o Círio de Nazaré será mostrado, em coreografia, ao Papa Francisco e ao mundo, representando a região Norte”, comemora a artista.
A canção, escrita pelo padre Fábio de Melo, relata a relação de Fafá com a cultura amazônica e a fé em Nossa Senhora de Nazaré, a padroeira do Pará, de quem a cantora é devota. “Eu sou de lá”, conta a artista, foi um presente de aniversário entregue por telefone, ano passado. “Ele me ligou e cantou a música. Claro que eu me debulhei em lágrimas”, relembrou Fafá.
A cantora tenta vencer a ansiedade para estar perto de Jorge Mario Bergoglio com uma espécie de ritual de preparação para o evento. “Preciso de recolhimento, desligar de tudo, ter por perto apenas pessoas muito próximas. Além disso, dormir bem é fundamental, beber bastante água... De resto, quem comanda é a emoção, não dá para prever”, detalha Fafá.

A Jornada Mundial da Juventude
Criada pelo Papa João Paulo II, em 1984, a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) é o maior encontro internacional de jovens com o Papa. A última edição, em 2011, reuniu mais de 2 milhões de pessoas em Madri. Realizado a cada três anos, o evento mudou de data para não coincidir com a Copa do Mundo, em 2014.
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