Repórter entrevista o goleiro Bruno e assim tenta traçar seu perfil...
Reporter: Bruno, uma lembrança dos tempos de escola? Bruno: Matar aula... Reporter: Um lugar? Bruno: Zona da Mata mineira R: Uma bebida? B: Matte R: Uma piada? B: Aquela que mata a gente de rir R: A melhor fase do campeonato? B: O mata-mata R: Um ator? B: Maurício Matar R: Um filme? B: Jogos Mortais R: Uma cantora? B: Vanessa da Mata R: Um golpe? B: Mata leão R: Um game? B: Mortal Kombat R: Bruno por Bruno? B: Ah eu sou daqueles que matam a cobra e depois mostram o pau, não necessariamente nesta ordem... R: Se não fosse goleiro? B: Seria centroavante, matador! R: Para finalizar, uma comida? B: Macarrão com carne moída!!!!!!!!!!!!!
Da internet
Anjo da abundância! Aparecido deSouza Sao Paulo Sp Brasil Br
Bom dia!11 de agosto A pindura, 70%, pindura em tudo cidao da baiana 11/08/2010
Uma brincadeira, que é um verdadeiro caso de policia, os advogados, que na maioria defende em causa própria, e o cliente é que fica na verdadeira pindura a grosso modo, tiram o que pode, de quem o precisa, quando não voem para a politicagem, estão presentes em todas as areas, digo não são todos, que vivem da tal pindura até hoje... Se não acredita é só ligar a televisão...
A pendura é uma antiga tradição brasileira, que remonta ao Primeiro Império do Brasil (1822-1831). No dia 11 de agosto de 1827, passados três anos da promulgação da primeira Constituição brasileira, Dom Pedro I criou os dois primeiros cursos de Direito no País: um em Olinda, no Mosteiro de São Bento, outro no município de São Paulo, no Largo São Francisco.
Já que os dias dos paes já se passou, faço minhas palavras, desejando um feliz dias do paes, pro dega aqui, só pra não passar em branco, são coisas da vida... Estar vivo, com as Graças de "Deus", o dia dos paes são na verdade todos os dias, muitas felicidades Cidão, que atraz vem gente, e a fila anda...
Aparecido de Souza São Paulo SP Brasil Br Charme do homem do lixo
Quando eu via Lua No meu pequeno rincão Calma e serena nas noites Em que me encontrava só A fitar sua beleza Na imensidão do céu Sua sombra reluzente Sentia uma calma Uma paz no meu coração Uma felicidade contida Sem saber, que ali era O meu doce viver De mala cuia Me encontrei num vagão Do trem de passageiros Com destino a grande cidade Olhei com alegria Quando a Paulista Atravessava o Rio Mogi A lua me espiando Atras de uma pequena nuvem Eu janela, todo afoito E feliz com a viagem Nunca mais vi A lua, como realmente é Correm os anos A luta e os desenganos Nadei como um peixe Morri na praia Sentindo a sombra do luar Sob a minha mente Chorei...
Aparecido de Souza São Paulo Sp - Brasil br
O poema é assim.. cidao da baiana 09/04/2010 O poema é assim Vem inspiração Olhando a natureza Eu fiz esta canção O poema e assim Vem a inspiração Olhando a natureza Eu fiz esta canção De ver os belos rios Que corta o sertão A passarada cantando Alegre o coração A gente fica feliz De ver todo isso A paz e o sentimentocom o coração O poema é assim Vem a inspiração Olhando a natureza Eu fiz esta canção O poema é assim Vem a inspiração Olhado a natureza Eu fiz esta canção A mata e os rios Vem a constelação Orvalho da terra Feliz como nunca Tendo amor em tudo O que há de belo Ser felizcom a noite e o dia O poema é assim Vem a inspiração Olhando a natureza Eu fiz esta canção O poema é assim Vem a inspiração Olhando a natureza Eu fiz esta canção Agradecer a “Deus” Das belezas naturais Só falta o homem Ter um pouco de Paz Mais com a natureza E com todos os animais
Aparecido Velho meu velho Rio Mogi cidão da baiana 19/12/2008
Na barranca do Rio Do Velho Mogi Ali eu cresci Com minhas traquiniçes O velho ficava contente De ver a minha infância Feliz, junto ao seu leito Corria calmamente No seu curso de vida Os cantar dos passáros Nos pés dos ingás Jatobás e Gênipapos Os lagartos Teús surdos Escondidos nas restingas Ou a caça de sua alimentação Os invertebrados Passeando sobre as flôres nativas Com essência natural O cheiro da terra O papo amarelo Tomando sol calmamente Junto com as capivaras Numa harmonia só Assim eu cresci Vendo a mocidade Feliz, bem feliz ao lado Do Meu velho Mogi
Aparecido 19/12/2008
Bagaço de Cana cidao da Baiana 30/04/2009
Bagaço de cana Foi o tempo em narcizo fui Olhava o espelho E dizia aquela famosa frase Há alguém mais macho E forte como eu Pois bem os glamurios Passaram, ligeiros Como o vento Hoje meio encarqueirado Vejo longe meus bons tempos Tempos se eu contar Vou passar como um loloteiro Se falar de mim mesmo Na certa os sorisos irônicos Irão surgir, este velho Não tá com nada mesmo Pegar o banquinho da vida Contar outras histórias E agradar os netos É o melhor desenho De vida deixar a quem Realmente te ama...
Pensamento de um jovem senhor com 63 de idade
Aparecido de Souza
Brasileiro só vive de promessas cidaoda baiana
Quem acredita no presidente Aquele que saiu do povo Grande lutador, trabalhador Que até perdeu um dedo Trabalhando que só vendo Que arrastou multidões Entre ( na luta Trabalhista) Que correu com as grandes Ou melhor industria Do nosso querido Estado Muitos ficou a ver navios Num barco furado Do sindicato, em que os sindicos Vivem e viveram ao bel prazer Surripiando o o nosso progresso Agora no trono, que é valido Apoiado, pelos que vive Em constante promessa De que tudo vae melhorar Melhourou sim A poucos, o chamado puxa Parentes de tudo quanto jeito Sinceramente já esqueci De tanta promessas Os Hospitais, estradas, salário As casas dos sonhos A serem construidas Que ficou e ficara no papel As entemperes por ai afora Promete, o que não é pouco Ajuda a todos aque a sofreram Menos pro Brasil, segundo plano Viver de promessas É nosso estigma. "Viva o Planato Central"
É fraca esta minha milonga Mas da pra se entender o recado
A Obra Social Dom Bosco é uma associação, civil, de natureza beneficente, filantrópica e religiosa, sem fins econômicos e/ou lucrativos, de caráter de assistência social e educacional.
Contribuir com a construção de uma sociedade justa, humana e igualitária, por meio de atividades sócio-educativas que visem a melhoria da qualidade de vida e o pleno exercício da cidadania das famílias em situação de vulnerabilidade, exclusão ou risco social e pessoal.
A Obra Social Dom Bosco de Itaquera é a concretização de um sonho, sonho inicial de um grupo de Salesianos e leigos comprometidos que chegaram à Itaquera, bairro periférico da Zona Leste de São Paulo, em 31 de maio de 1981, tendo posteriormente o apoio das Filhas de Maria Auxiliadora. P. Rosalvino Morán Viñayo, fundador e administrador até hoje, com grande capacidade de liderança, empenho e determinação consolidou um grandioso trabalho, gerando uma entidade social de grande porte, com o maior Centro Profissionalizante do Estado. Com o tempo, o sonho de poucos, tornou-se o sonho de centenas de pessoas compromissadas com o trabalho e a proposta educativa apresentada. Foi Dom Angélico (atual bispo de Blumenau / SC) que pediu para que os Salesianos assumissem a Comunidade Nossa Senhora Aparecida. No dia da mudança, ocorreu um fato curioso, roubaram a perua que havia sido preparada a festa. Os ladrões levaram tudo, das panelas aos pirulitos. A primeira atividade oferecida foi uma Horta Comunitária, mas, naquela época, os Salesianos já organizavam muitos teatros, esportes, danças, músicas...
Padre Rosalvino Morán Viñayo nasceu em 5 de outubro de 1941, em Benllera, província de León, Espanha. Está no Brasil desde 1953 e foi ordenado sacerdote em 1º de janeiro de 1973. É formado em Filosofia, Geografia, Pedagogia, Sociologia e Teologia. Em 1980, assumiu o cargo de diretor do instituto Dom Bosco no Bom Retiro e, no ano seguinte, chegou à Itaquera, onde fundou a Obra Social Dom Bosco no dia 31 de maio de 1981, a qual administra até hoje. Já atuou em diversos projetos que se referem à criança e ao adolescentes, dentre eles a Pastoral do Menor de São Paulo e os Conselhos de Direito de Defesa da Criança e do Adolescente (Municipal, Estadual e Tutelares). Participou da elaboração e redação preliminar do Projeto de Lei do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Atualmente, também coordena as ações da Rede Salesiana de Ação Social, que reúne todas as Obras Sociais da Inspetoria Salesiana de São Paulo. No final do ano 2001, a Editora Salesiana lançou o livro "Pe. Rosalvino" na categoria Educação e Comunidade da série Medalha de Ouro.
O projeto Casa de Acolhimento surgiu em novembro de 1996, quando a Obra Social Dom Bosco assumiu a administração de 4 casas da Fundação Estadual do Bem Estar do Menor - FEBEM, que na época estava terceirizando seu atendimento. No ano seguinte, novembro de 1997, passou a fazer parte do projeto, duas Casas de Passagem, que eram administrada pelo Programa CASA da Prefeitura do Município de São Paulo. Posteriormente, mais uma casa foi agregada ao trabalho já desenvolvido, totalizando sete abrigos.
Objetivo: propiciar proteção integral à criança e adolescente impossibilitados de estar no convívio familiar , oferecendo um local de acolhida, objetivando o pleno exercício da cidadania dos beneficiários, visando o retorno à família de origem ou substituta.
Centros de Educação Infantil
O Centro de Educação Infantil (CEI) é um dos serviços mais antigos da Obra Social Dom Bosco, criado em 1987. O seu início foi através do Programa Mães Crecheiras, onde as crianças eram atendidas em pequenos grupos, nas casas destas mães, funcionárias da Obra Social Dom Bosco, tendo todo um acompanhamento psicopedagógico e social. A Obra Social Dom Bosco administra 3 CEIS: CEI I, CEI II e CEI III.
Objetivo:Contribuir para o desenvolvimento das capacidades infantis, promovendo a ascensão social da criança por meio da construção de sua identidade e autonomia com base no Sistema Preventivo de Dom Bosco.
Centro de Formação e Cultura
O Centro de Formação e Cultura (CFC) é um serviço que foi assumido pela Obra Social Dom Bosco, em agosto de 1995, onde funcionava o antigo Clube da Turma, projeto da Secretaria Estadual de Assistência e Desenvolvimento Social, chamada na época de Secretaria do Menor. Inicialmente, houve necessidade de conhecer a realidade do trabalho anteriormente desenvolvido, pelos meses subseqüentes de setembro a dezembro/95. Constatou-se que freqüentava o local, crianças e adolescentes da região Leste, não diariamente, pois as turmas eram divididas por faixa etária, sendo duas vezes por semana para determinada idade e três vezes por semana para outra, desenvolvendo atividades esportivas e recreativas, com entrega de lanches.
Objetivo: promover a melhoria da qualidade de vida das famílias inscritas no Serviço, por meio de atividades sócio-educativas que conduzam a socialização, elevação da auto-estima e formação de censo crítico das crianças e adolescentes, contribuindo para a construção de uma Cultura da Paz.
Centro Profissionalizante
O Centro Profissionalizante ganhou corpo a partir da inauguração em agosto de 1993 de suas novas instalações, derivando deste fato um grande desenvolvimento de todo o trabalho social da Obra Social Dom Bosco que na época atendia 792 pessoas e atualmente atende 6000 diária e diretamente. É considerado o maior Centro Profissionalizante totalmente gratuito do Estado.
Objetivo: fortalecer Social, Cultural e Economicamente a população da Região Leste, preparando-a para conquistar e manter sua empregabilidade, promovendo o seu desenvolvimento e a melhoria da sua Qualidade de Vida. Relação de cursos ministrados pela Obra Social Dom Bosco:
Auto Mecânica
Comunicação Visual
Confecção
Construção Civil
Design Multimídia
Eletrotécnica
Estética
Informática Básica
Manutenção de Micros
Marcenaria
Mecânica Geral
Padaria
Sapataria
Sorveteria
Tecelagem
Técnicas Administrativas
Criarte
O Centro de Referência e Iniciação às Artes, Esportes, Recreação e Trabalho é um serviço que visa integrar vários projetos desenvolvidos por meio de parcerias com Programas Governamentais ou de outras ONGs. Faz parte do mesmo, o Grêmio Recreativo Cultura Escola de Samba Dom Bosco, já em funcionamento e situado no Grupo II da União das Escolas de Samba de São Paulo.
Objetivo:desenvolver na Região Leste, um trabalho complementar, preventivo e educativo pautado nos princípios de Dom Bosco que se fundamenta no respeito e atendimento integral aos direitos inerentes a pessoa humana contribuindo para seu desenvolvimento e a melhoria de sua qualidade de vida. Relação de atividades existentes:
Escola de Samba Dom Bosco
Musicriando
Projeto Guri
Infocentro e Telecentro
Talentos Especiais
Alfabetização
Biblioteca
Pintou Limpeza e Ecocriando
Liberdade Assistida Comunitária
O projeto Liberdade Assistida Comunitária (LAC) existe desde novembro de 1997, sendo pautado no Estatuto da Criança e do Adolescente (artigo 112-IV, combinado com o disposto no artigo 118, incisos I e II e 119 incisos I, II, III e IV). A Liberdade Assistida é uma Medida Sócio-Educativa aplicada ao adolescente autor de ato infracional, como medida inicial ou também nos casos de egressos das medidas e/ou internação. A medida deve ser "adotada sempre que se afigurar a medida mais adequada para o fim de acompanhar, auxiliar e orientar o adolescente".
Objetivo: contribuir para a reestruturação social e familiar dos adolescentes para que exerçam seus direitos e deveres, valorizem a vida e desenvolvam o senso crítico.
Melhor Idade
Esse serviço foi criado em 1995 para atender as pessoas idosas das classes populares de Itaquera e regiões vizinhas. Segundo a Psicologia do Desenvolvimento, a Terceira idade deve ser vista e respeitada enquanto estágio evolutivo em que o ser humano precisa ser valorizado e reconhecido pelas contribuições, que durante toda a vida trouxe ao seu grupo familiar e à sociedade em geral. A sua sabedoria, sua experiência, sua memória, sua história e sentimentos devem ser valorizados e nunca rejeitados.
Objetivo: contribuir com a melhoria da qualidade de vida do idoso, garantindo por meio do convívio social o estabelecimento de relações de respeito e afetividade e o envelhecimento saudável.
Mutirão Habitacional - Portal Dom Bosco
O movimento de mutirão habitacional na Obra Social Dom Bosco é uma luta histórica e surgiu com a chegada dos salesianos em Itaquera, especialmente do Padre Rosalvino que percebeu a necessidade das famílias de ter uma moradia mais digna. Para fazer do sonho uma realidade, a Associação Beneficente Imaculada Conceição, contou com o apoio do ex-Governador Mário Covas, através do CDHU. Dos anos de luta, persistência e muito trabalho nasceu o Portal Dom Bosco, iniciado em 1999 e inaugurado em Dezembro de 2000, contemplando um total de 500 famílias.
Objetivo: promover a integração dos moradores deste condomínio popular, construído em sistema de mutirão, de forma a criar uma comunidade harmônica e solidária, conscientes de seus deveres e direitos.
Núcleos Sócio-Educativos
O Núcleo Sócio Educativo (NSE) é o projeto mais antigo da Obra Social Dom Bosco, criado em 1984; teve ao longo destes anos três outros nomes: OSEM (Orientação Sócio-Educativa do Menor), Centro de Juventude e Espaço Gente Jovem.
Objetivo:promover a melhoria da qualidade de vida das famílias inscritas no Programa, por meio de atividades sócio-educativas que conduzam a socialização, elevação da auto-estima e formação de censo crítico das crianças e adolescentes, contribuindo para a construção de uma Cultura da Paz. Relação dos núcleos Sócio Educativos mantidos pela Obra Social Dom Bosco:
Núcleo Sócio-Educativo Nossa Senhora Aparecida
Núcleo Sócio-Educativo Santo Antonio
Núcleo Sócio-Educativo São José
Oratório Festivo
Dom Bosco iniciou todo o seu trabalho com o chamado Oratório Festivo, que se propõe a ser uma "casa que acolhe, obra que encaminha para a vida, pátio para os jovens se encontrarem como amigos e paróquia que evangeliza".
Objetivo: propiciar aos jovens e crianças, práticas artísticas e esportivas, formação humana e cristã, dentro do espírito e carisma salesiano para que possam ser bons cristãos e honestos cidadãos como queria Dom Bosco.
Plano de Atendimento Interdisciplinar à Família
É um projeto integrador e transversal ao mesmo tempo, pois envolve todos os demais projetos na medida em que trata do eixo principal. Através de várias ações, a família torna-se plenamente contemplada em tudo o que é desenvolvido, bem como a comunidade como um todo; como é preconizado na L.O.A.S.(Lei Orgânica da Assistência Social) e no ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente).
Objetivo: promover e desenvolver o protagonismo da família, resgatando sua história, tornando-a um agente de transformação social.
Pastoral
A ação pastoral está presente em todos os serviços, respeitando-se as individualidades e diferentes crenças religiosas, buscando garantir a formação para a cidadania e para a convivência social harmônica e solidária.
Objetivo: ser um instrumento transformador que viabilize o crescimento humano e espiritual da Comunidade Educativa que caminha intrinsecamente ligado ao pedagógico. Está centrada no Evangelho e na Pedagogia Salesiana.
A Obra Social Dom Bosco atua diretamente no bairro de Itaquera e Guaianases, situados no extremo leste da cidade de São Paulo, capital do Estado. Atende principalmente pessoas residentes na Zona Leste de São Paulo e cidades vizinhas, região com grande número populacional e, por conseguinte, grande desigualdade, miséria e exclusão social.
No Brasil, temos uma organização sócio-econômica tecida com ambigüidades e contradições. De um lado está em projeção um crescimento econômico aparentemente promissor e do outro, o agravamento da pobreza, o crescimento da desigualdade, da exclusão e da violência.
O Estado de São Paulo possui a maior população, o maior parque industrial, a maior produção econômica, o maior registro de imigrantes e, como também não poderia deixar de ser, é o Estado que apresenta maior desigualdade social. A pesquisa sobre Condições de Vida do Estado de São Paulo realizada pela SEADE em 1998 identificou três tendências que vêm definindo o perfil demográfico do Estado de São Paulo: redução acentuada dos níveis de fecundidade, concentração da população na faixa etária de 15 a 24 anos (onda jovem) e elevação da participação dos idosos. Houve evidentes progressos nos indicadores educacionais do Estado; porém, a qualidade do ensino é insatisfatória, existindo um grande índice de analfabetos funcionais, ou seja, detentores do diploma, porém sem conhecimento real, incapazes de interpretação e leitura básica de textos. Observou-se nos últimos anos, importante mudança na composição setorial do emprego, com a diminuição do peso da indústria, compensada pela expansão das ocupações nos serviços e em outros setores. Houve ainda redução da proporção de assalariados entre os ocupados, sobretudo daqueles com carteira de trabalho assinada. Na Região Metropolitana, houve expansão da taxa de desemprego total, principalmente em decorrência do crescimento do desemprego aberto, situando as taxas de desemprego em patamares mais elevados que no interior do Estado.
A Cidade de São Paulo composta por mais de 11 milhões de habitantes, capital do Estado de São Paulo, alcançou em julho de 2005 a marca de 40 milhões de habitantes, caracterizada pela sua diversidade cultural denominada como "cidade de mil povos". É marcada pela sua formação desigual que possibilita o acesso sofisticado e uma periferia desprovida de condições mínimas de habitabilidade, exclusão sócio-espacial, onde se perpetua a miséria. Esse processo é um reflexo da falta de percepção dos nossos governantes de entender a complexidade desta mega metrópole. Hoje a cidade está divida em 31 Subprefeituras que almeja a descentralização da política, investimentos, ações e uma interação com as políticas setoriais (Educação, Saúde, Transporte, Cultura, Habitação, Segurança Alimentar, Assistência Social, Infra-estrutura, Manutenção, Fiscalização, uso e ocupação do solo, Administração e Finanças).
A Zona Leste da cidade de São Paulo é composta por cerca de quatro milhões de pessoas (um Uruguai). Isso representa 36% da população do Município de São Paulo e o seu IDH – Índice de Desenvolvimento Humano está na média de 0,478. A População Economicamente Ativa – PEA que vive na região é de 1.707.458,8 trabalhadores o que corresponde a 31% do PEA do município de São Paulo. Dentre uma série de situações caóticas e contraditórias que se sobrepõem tanto no centro quanto nos bairros periféricos, a região é marcada pela precariedade habitacional (favelas, vielas com amontoados de casas, que em grande parte são construídas em loteamentos populares ou irregulares quase sempre clandestinos, consideradas áreas de riscos e bairros dormitórios). Segundo cálculos realizados pela SEADE no ano de 2.000, a Zona Leste apresenta altos índices de desemprego, maiores que outros locais da cidade de São Paulo, estimados em 358.282 pessoas. Um grande problema apresentado é a falta de qualificação profissional da população em detrimento aos avanços tecnológicos instalados, o que faz com que haja milhares de vagas de emprego sem preenchimento por inexistência de mão de obra qualificada na região.
O bairro de Itaquera está situado no extremo leste da cidade de São Paulo, possui uma área de 54,3 km_ e está a 20 quilômetros do marco zero. É um bairro grande, problemático e populoso da periferia metropolitana, rico em potencial de votos, mas pobre demais para sediar seu próprio desenvolvimento econômico e social. É a quarta subprefeitura mais populosa da Cidade de São Paulo, com aproximadamente meio milhão de habitantes, sendo que aproximadamente 50%, têm faixa etária até 24 anos. Portanto, uma população extremamente jovem. Nos últimos anos, Itaquera vem sofrendo uma série de mudanças espaciais, com a construção de extensas vias que visam à interligação com outros bairros e cidades do litoral ao interior do Estado de São Paulo. O bairro é marcado pela baixa oferta de emprego; elevado índice de jovens inseridos em medidas sócio-educativas (liberdade assistida e prestação de serviços à comunidade); insuficiência de serviços, infra-estrutura e equipamentos fora da área de residência; 48 favelas e 5 áreas de risco. Dos chefes de família, 12,19% não possuem rendimento e 54,54% têm renda até cinco salários mínimos. A Prefeitura da Cidade de São Paulo está, atualmente, executando um Plano de Desenvolvimento da Zona Leste, cujo grande centro é o bairro de Itaquera. Esse Plano prevê a criação de interligação viária que propiciará grande acesso da região com municípios de grande importância como Guarulhos que sedia o aeroporto internacional e Santos, cidade portuária. Também é prevista a criação do Pólo Industrial que em muito contribuirá com o desenvolvimento local e com a melhoria das condições de vida da população regional, sendo de fundamental importância a ampliação da oferta de cursos de qualificação profissional para que a própria população local possa usufruir dos empregos que serão gerados.
O bairro de Guaianases teve crescimento lento e desordenado, embasou-se na presença de imigrantes e de migrantes. A baixa remuneração fez brotar um bairro embasado na autoconstrução, com residências muitas vezes erguidas em área de mananciais, em regiões sujeitas as enchentes e de alto risco para o estabelecimento de moradias. O déficit de moradias é um problema que reclama solução urgente, a fim de evitar a continuidade de áreas perigosas e insalubres. Guaianases possui vários conjuntos habitacionais que foram construídos sem a projeção de áreas de lazer e de serviços públicos. Guaianases, com área de 17,8 km_, tem 256.319 habitantes, é dividido em dois distritos: Lageado e Guaianases. O distrito de Lageado é considerado como uma das regiões com maior índice de vulnerabilidade da Cidade de São Paulo. A taxa de mortalidade infantil é de 16,09 por mil nascidos vivos e a de mortalidade materna, é de 69,26 por cem mil nascidos vivos. Possui 41 favelas e cinco áreas de risco; 15,58% dos chefes de família sem ocupação, sendo que 66,19% têm rendimento até cinco salários mínimos.
Os jovens são cada vez mais sujeitos à humilhação de não conseguir o primeiro emprego. Mesmo empregados, são vítimas da instabilidade e da incerteza quanto ao futuro. Trabalhar no que gosta ou gostar do que faz parece ser uma realidade cada vez mais distante da maioria deles. A dificuldade para alcançar um emprego favorece a busca de outros espaços de afirmação pessoal e o prolongamento da idade juvenil. O uso indiscriminado de drogas, como tentativa de superação dos problemas da vida moderna, tornou-se o grande negócio do crime organizado, envolvendo jovens sem distinção de classes, exercendo sobre eles verdadeiro fascínio. As drogas se apresentam como possibilidade de ganho de vida para aqueles que a traficam; os jovens, então, ligam-se a gangues, praticam assaltos e empenham-se em aliciar outros. As drogas estão relacionadas diretamente à falta de capacidade de diálogo, de afeto de nível de valores na família. Nas cidades de grande e médio porte, a violência alcança índices nunca vistos. Na busca de soluções imediatas, o jovem de todas as classes sociais encontra no fumo, na droga, no fácil acesso a bebidas alcoólicas e na prática sexual, um caminho alternativo que deforma a sua vontade e impede-lhes de enfrentar e viver com responsabilidade os desafios próprios de sua idade. Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD), a população brasileira de adolescentes, de 15 a 19 anos, teria atingido um total de 17,2 milhões de indivíduos em 2002, correspondendo a 10% da população total. Vivemos, portanto, na passagem do milênio, o pico de uma onda de jovens adolescentes. A distribuição dos jovens pelo país é muito desigual, como, aliás, toda a população brasileira. Há uma concentração significativa dos adolescentes nos estados do Sudeste (40,4%) e do Nordeste (32%). Só o Estado de São Paulo tinha, em 2002, mais de 3,5 milhões de adolescentes, correspondendo a 9,22% de sua população. Além disso, os jovens tendem a se concentrar nas grandes aglomerações urbanas, sendo que em São Paulo, 48% deles viviam na região metropolitana. O mais grave, em termos de potencial de risco de exclusão, é que os adolescentes estão amplamente concentrados nas áreas mais carentes e periféricas das áreas metropolitanas. Na região Sudeste, 29,8% dessa população faz parte de famílias que têm renda até três salários mínimos. Há, portanto, o desafio de gerar modelos capazes de assegurar financiamento e gestão competente para essa clientela grande em números absolutos e, extremamente, heterogênea.
Este artigo ou seção precisa ser wikificado (desde junho de 2010). Por favor ajude a formatar este artigo de acordo com as diretrizes estabelecidas no livro de estilo.
Adoniran Barbosa
Adoniran Barbosa na plataforma da estação do Jaçanã, na época da sua desativação (1965).
Rubinato era filho de Ferdinando e Emma Rubinato, imigrantes italianos da localidade de Cavárzere, província de Veneza. Aos dez anos de idade, sua certidão de nascimento foi adulterada para que o ano de nascimento constasse como 1910 possibilitando que ele trabalhasse de forma legalizada: à época a idade mínima para poder trabalhar era de doze anos.
Abandona a escola cedo, pois não gosta de estudar. Necessita trabalhar, para ajudar a família numerosa - Adoniran tem sete irmãos. Procurando resolver seus problemas financeiros, os Rubinato vivem mudando de cidade. Moram primeiro em Valinhos, depois Jundiaí, Santo André e finalmente São Paulo.
Em Jundiaí, conhece seu primeiro ofício: entregador de marmitas. Aos quatorze anos, ainda criança, o encontramos rodando pelas ruas da cidade e, legitimamente, surrupiando alguns bolinhos pelo caminho. "A matemática da vida lhe dá o que a escola deixou de ensinar: uma lógica irrefutável. Se havia fome e, na marmita, oito bolinhos, dois lhe saciariam a fome e seis a dos clientes; se quatro, um a três; se dois, um a um".
O compositor e cantor tem um longo aprendizado, num arco que vai do marmiteiro às frustrações causadas pela rejeição de seu talento. Quer ser artista – escolhe a carreira de ator. Procura de várias maneiras fazer seu sonho acontecer. Tenta, antes do advento do rádio, o palco, mas é sempre rejeitado. Sem padrinhos e sem instrução adequada, o ingresso, nos teatros, como ator, lhe é para sempre abortado. O samba, no início da carreira, tem para ele caráter acidental. Escolado pela vida, sabia que o estrelato e o bom sucesso econômico só seriam alcançados na veiculação de seu nome na caixa de ressonância popular que era o rádio.
O magistral período das rádios, também no Brasil, criou diversas modas, mexeu com os costumes, inventou a participação popular – no mais das vezes, dirigida e didática. Têm elas um poder e extensão pouco comuns para um país rural como o nosso. Inventam a cidade, popularizam o emprego industrial e acendem os desejos de migração interna e de fama. Enfim, no país dos bacharéis, médicos e párocos de aldeia, a ascensão social busca outros caminhos e pode-se já sonhar com a meteórica carreira de sucesso que as rádios produzem. Três caminhos podem ser trilhados: o de ator, o de cantor ou o de locutor.
Adoniran, aprendiz das ruas, percebe as possibilidades que se abrem a seu talento. Quer ser ator, popularizar seu nome e ganhar algum dinheiro, mas a rejeição anterior o leva a outros caminhos. Sua inclinação natural no mundo da música é a composição mas, nesse momento, o compositor é um mero instrumento de trabalho para os cantores, que compram a parceria e, com ela, fazem nome e dinheiro. Daí sua escolha recair não sobre a composição, mas sobre a interpretação.
Entrega-se ao mundo da música. Busca conquistar seu espaço como cantor – tem boa voz, poderia tentar os diversos programas de calouro. Já com o nome de Adoniran Barbosa – tomado emprestado a um companheiro de boêmia e de Luiz Barbosa, cantor de sambas, que admira – João Rubinato estreia cantando um samba brejeiro de Ismael Silva e Nilton Bastos, o Se você jurar. É gongado, mas insiste e volta novamente ao mesmo programa; agora cantando o belo samba de Noel Rosa, Filosofia, que lhe abre as portas das rádios e ao mesmo tempo serve como mote para suas composições futuras.
A vida profissional de Adoniran Barbosa se desenvolve a partir das interpretações de outros compositores. Embora a composição não o atraia muito, a primeira a ser gravada é Dona Boa, na voz de Raul Torres. Depois grava em disco Agora pode chorar, que não faz sucesso algum. Aos poucos se entrega ao papel de ator radiofônico; a criação de diversos tipos populares e a interpretação que deles faz, em programas escritos por Osvaldo Moles, fazem do sambista um homem de relativo sucesso. Embora impagáveis, esses programas não conseguem segurar por muito tempo ainda o compositor que teima em aparecer em Adoniran. Entretanto, é a partir desses programas que o grande sambista encontra a medida exata de seu talento, em que a soma das experiências vividas e da observação acurada dá ao país um dos seus maiores e mais sensíveis intérpretes.
O mergulho que o sambista fará na linguagem, suas construções linguísticas, pontuadas pela escolha exata do ritmo da fala paulistana, irão na contramão da própria história do samba. Os sambistas sempre procuraram dignificar sua arte com um tom sublime, o emprego da segunda pessoa, o tom elevado das letras, que sublimavam a origem miserável da maioria, e funcionavam como a busca da inserção social. Tudo era uma necessidade urgente, pois as oportunidades de ascensão social eram nenhumas e o conceito da malandragem vigia de modo coercitivo. Assim, movidos pelos mesmos desejos que tinha Adoniran de se tornar intérprete e não compositor, e a partir daí conhecido, os compositores de samba, entre uma parceria vendida aqui e outra ali, davam o testemunho da importância que a linguagem assumia como veículo social.
Mas a escolha de Adoniran é outra, seu mergulho também outro. Aproveitando-se da linguagem popular paulistana – de resto do próprio país – as músicas dele são o retrato exato desta linguagem e, como a linguagem determina o próprio discurso, os tipos humanos que surgem deste discurso representam um dos painéis mais importantes da cidadania brasileira. Os despejados das favelas, os engraxates, a mulher submissa que se revolta e abandona a casa, o homem solitário, social e existencialmente solitário, estão intactos nas criações de Adoniran, no humor com que descreve as cenas do cotidiano. A tragédia da exclusão social dos sambistas se revela como a tragicômica cena de um país que subtrai de seus cidadãos a dignidade.
O seu primeiro sucesso como compositor vira canção obrigatória das rodas de samba, das casas de show: Trem das Onze. É bem possível que todo brasileiro conheça, senão a música inteira, ao menos o estribilho, que se torna intemporal. Adoniran alcança, então, o almejado sucesso que, entretanto, dura pouco e não lhe rende mais que uns minguados trocados de direitos autorais. A música, que já havia sido gravada pelo autor em 1951 e não fizera sucesso ainda, é regravada novamente pelos “Demônios da Garoa”, conjunto musical de São Paulo (esta cidade é conhecida como a terra da garoa, da neblina, daí o nome do grupo). Embora o conjunto seja paulista, a música acontece primeiramente no Rio de Janeiro. E aí sim, o sucesso é retumbante.
Como acontecera com os programas escritos por Osvaldo Moles, que deram a Adoniran a medida exata da estética a ser seguida, o samba inspira Osvaldo a criar um quadro para a rádio, que se chamava História das Malocas, com um personagem, que faz sucesso, o Charutinho. De novo ator, Adoniran, tendo provado o sucesso como compositor, não mais se afasta da composição.
Arguto observador das atividades humanas, sabe também que o público não se contenta apenas com o drama das pessoas desvalidas e solitárias; é necessário que se dê a este público uma dose de humor, mesmo que amargo. Compõe para esse público um dos seus sambas mais notáveis, um dos primeiros em que trabalhou a nova estética do samba.
Entre a tentativa de carreira nas rádios paulistas e o primeiro sucesso, Adoniran trabalha duro, casa-se duas vezes e frequenta, como boêmio, a noite. Nas idas e vindas de sua carreira tem de vencer várias dificuldades. O trabalho nas rádios brasileiras é pouco reconhecido e financeiramente instável, muitos passaram anos nos seus corredores e tiveram um fim de vida melancólico e miserável. O veículo que encanta multidões, que faz de várias pessoas ídolos é também cruel como a vida; passado o sucesso que, para muitos, é apenas nominal, o ostracismo e a ausência de amparo legal levam cantores, compositores e atores a uma situação de impensável penúria.
Adoniran sabe disto, mas mesmo assim seu desejo cala mais fundo. O primeiro casamento não dura um ano; o segundo, a vida toda: Matilde. De grande importância na vida do sambista, Matilde sabe com quem convive e não só prestigia sua carreira como o incentiva a ser quem é e como é, boêmio, incerto e em constante dificuldade. Trabalha também fora e ajuda o sambista nos momentos difíceis, que são constantes. Adoniran vive para o rádio, para a boêmia e para Matilde.
Numa de suas noitadas, de fogo, perde a chave de casa e não há outro jeito senão acordar Matilde, que se aborrece. O dia seguinte foi repleto de discussão. Mas Adoniran é compositor e dando por encerrado o episódio, compõe o samba Joga a chave.
Dono de um repertório variado de histórias, o sambista não perdia a vez de uma boa blague. Certa vez, quando trabalhava na rádio Record, onde ficou por mais de trinta anos, resolveu, após muito tempo ali, pedir um aumento. O responsável pela gravadora disse-lhe que iria estudar o aumento e que Adoniran voltasse em uma semana para saber dos resultados do estudo... quando voltou, obteve a resposta de que seu caso estava sendo estudado. As interpelações e respostas, sempre as mesmas, duraram algumas semanas... Adoniran começava se irritar e, na última entrevista, saiu-se com esta: “Tá certo, o senhor continue estudando e quando chegar a época da sua formatura me avise..”
Nos últimos anos de vida, com o enfisema avançando, e a impossibilidade de sair de casa pela noite, o sambista dedica-se a recriar alguns dos espaços mágicos que percorreu na vida. Grava algumas músicas ainda, mas com dificuldade – a respiração e o cansaço não lhe permitem muita coisa mais – dá depoimentos importantes, reavaliando sua trajetória artística. Compõe pouco.
Mas inventa para si uma pequena arte, com pedaços velhos de lata, de madeira, movidos a eletricidade. São rodas-gigante, trens de ferro, carrosséis. Vários e pequenos objetos da ourivesaria popular – enfeites, cigarreiras, bibelôs... Fiel até o fim à sua escolha, às observações que colhe do cotidiano, cria um mundo mágico. Quando recebe alguma visita em casa, que se admira com os objetos criados pelo sambista, ouve dele que “alguns chamavam aquilo de higiene mental, mas que não passava de higiene de débil mental...” Como se vê, cultiva o humor como marca registrada. Marca aliás, que aliada à observação da linguagem e dos fatos trágicos do cotidiano, faz dele um sambista tradicional e inovador.
Adoniran Barbosa morre em 1982, aos 72 anos de idade.