quinta-feira, 26 de junho de 2014

Bom Dia!Cara de Santa do pau ôco


Havia muita coisa que não se encaixava no lançamento da candidatura à reeleição da presidente Dilma Rousseff nesse último fim de semana em Brasília. O slogan era Mais Mudança e Mais Futuro, e também falou-se em paz, mas não havia nada disso, muito pelo contrário.

Para começar, como falar em mudança e defender a permanência de uma candidata e de um projeto de poder rejeitado por mais da metade da população? De acordo com o Ibope, chega a 52% o índice do eleitorado que não confia na presidente Dilma.

Falou-se na convenção de negar o ódio, de pregar a paz. Mas foram comuns as provocações, as vaias e a agressividade de sempre direcionadas a todos que não comungam com as ideias e projetos do Partido dos Trabalhadores.

A militância foi capaz de vaiar até um aliado, como foi o caso do ex-prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, do PSD.

Como falar em conciliação quando o próprio presidente do partido, Rui Falcão, vê os adversários políticos como inimigos a serem dizimados e os atribuiu as seguintes características: "ódio, o rancor, o preconceito, o racismo, a violência, o machismo, a homofobia, o fundamentalismo".

E imaginar que Rui Falcão pode ser apenas uma engrenagem no processo de difamação. O próprio chefe-maior, o ex-presidente, Lula, assim se referiu aos adversários políticos: "Para eles mulher nasceu para ser objeto cama e mesa". Afora isso, Lula, sem citar nomes, fez as já tradicionais comparações com o ex-presidente FHC, que saiu do poder há 13 anos!

Além disso, sobraram ataques para a mídia que, segundo o ex-presidente Lula, "golpeia, falseia, manipula, distorce, censura e suprime fatos no intento de nos derrotar".

Ao fundo uma militância gritava de maneira estridente "mídia fascista, sensacionalista"!

Ao mesmo tempo, incoerentemente, a convenção tinha algo de farsesco, era muito produzida, muito rica, era para a "elite branca" de acordo com um militante histórico.

Ao mesmo tempo, um alto dirigente do PT redige um artigo em que condena o trabalho de jornalistas e humoristas brasileiros. Praticamente os condena a ser "inimigos da pátria".

Curioso que no final de tantas incoerências a própria candidata, em seu discurso, surja como uma espécie de coadjuvante de sua própria festa. Ironicamente, disse que não faz política com ódio. Acreditou quem quis.

E sobre o futuro? O futuro para Dilma é tentar concluir as obras prometidas ainda para 2010 que não conseguiu concluir.

A verdade é que todo o falatório de mudanças quando parte de quem está há tanto tempo comandando a máquina do poder soa falso. Mudança agora, só com um novo presidente. Paz de quem sempre foi beligerante não cola. E futuro de quem é obcecado pelo passado, não faz nenhum sentido.

Fonte: Democratas
#Aécio #TchauDilma #RonaldoCaiado #RC #Caiado

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Bom dia! Obras de Marco Sanchez


Publicado em 19/08/2013
Artista Plástico Marco Sanchez, desenvolveu a técnica sombra sobre tela, Técnica cuja magia de suas telas reside num efeito lúdico e interativo com a percepção, induzindo à descoberta de formas ocultas somente reveladas com a presença de uma luz focada instalada na borda do quadro, provocando sombras intencionais devido à topografia das camadas de tinta, massa acrílica e objetos aderidos à tela. Este lúdico efeito deve provocar no expectador a reflexão sobre si mesmo e suas sombras internas.
"Há uma doce luz no silencio,e a dor é
de origem divina.
Permita que eu volte o meu rosto para
um céu maior que este mundo,
e aprenda a ser dócil no sonho como as
estrelas no seu rumo."
Cecília Meireles

para saber mais sobre a técnica veja entrevista: https://www.youtube.com/watch?v=Zf9LO7ZeVog











Aparecido deSouza
São Paulo SP Brasil Br










segunda-feira, 26 de maio de 2014

Bom dia Papa Francisco



O Papa Francisco desembarcou neste domingo em Belém, berço do cristianismo, num gesto simbólico em prol das aspirações palestinas para criação de um estado próprio. Ele considerou "inaceitável" o atual impasse nas conversas de paz e parou brevemente para orações na barreira israelense que cerca a cidade bíblica da Cisjordânia.
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Palestinos festejaram a presença do Papa em seu segundo dia de peregrinação pelo Oriente Médio. Grandes bandeiras palestinas e do Vaticano decoraram a Praça da Manjedoura durante a passagem de Francisco.

Ao final de uma missa ao ar livre na praça, o Papa convidou o presidente palestino Mahmoud Abbas e o presidente de Israel Shimon Peres para orarem com ele pela paz. "Eu ofereço minha casa no Vaticano como um lugar de encontro para oração", disse.

Outros papas sempre visitavam a Cisjordânia depois de passarem por Tel Aviv, em Israel. Francisco, porém, desembarcou num heliponto em Belém saindo da Jordânia, a bordo de um helicóptero jordaniano, e foi imediatamente recebido numa cerimônia oficial com Abbas. Ao lado do presidente palestino, Francisco declarou que "chegou a hora de colocar um fim a essa situação que se torna cada vez mais inaceitável".

O Papa disse que os dois lados precisam fazer sacrifícios para a criação de dois Estados, com fronteiras internacionalmente reconhecidas, baseadas na segurança mútua e em direitos para todos. "A hora chegou para que todos encontrem a coragem para serem generosos e criativos no serviço de um bem comum", disse, pedindo que os dois lados evitem ações que contrariem a paz.

Em sua fala, Abbas expressou preocupação com o fracasso das recentes conversas de paz apoiadas pelos Estados Unidos e lamentou as condições difíceis dos palestinos. "Sua visita está cheia de significado simbólico como um defensor dos pobres e dos marginalizados", declarou. "Agradecemos qualquer iniciativa de sua parte para fazer da paz uma realidade", acrescentou.

Oficiais palestinos saudaram a decisão de Francisco de chegar primeiro em Belém em vez de em Tel Aviv e de se referir a um "estado palestino". No programa oficial, o Vaticano se referiu a Abbas como o presidente do "estado da Palestina" e a seu escritório em Belém como "palácio presidencial". Fonte: Associated Press.