terça-feira, 22 de julho de 2014

Bom dia! Fotos Usina São Vicente Pitangueiras SP

As sombras do amanhece
No passado

De vez em quando
No alvorecer, que a vida dá
Vejo as sombras do passado
Da infância,  a mocidade
Que só volta, estando sozinho
A pensar
A infância, que com zelo
Minha mãe, nos admirava
As primeiras letras, a vontade
De aprender o ABC
Ver os colegas, todos feliz
Felizes por viver
A mocidade entrou rápido
Rápido, modificamos
Amores, num passo
Surgiu homens amigos
Apesar dos anos estamos
Entrelaçados até hoje
À amizade
                  Dedico aos colegas
Funcionários, nossos ex patrão,
Amigos de todos da ex Usina
São Vicente,  Pitangueiras SP

Enviado do tablet Samsung


 Conbinado Barbacena/São Vicente que derrotou o Botafogo de Ribeirão Preto em 1957. Escalação: Aguinaldo(B),Wagner(SV),Lila(B),Sebastião(B),Salvador Hebling(SV),Edivard Fernandes(SV),Ataque: Edgard(SV),Miltinho(B),Valdomiro Moreira(SV),Ditão(SV),Tulio(B),Tatu(B),Celso(B),Adalmesi Nunes Costa,juiz da partida. Campo da Usina Barbacena. depoimento de Wagner

Wagner Zé Rodinha deve ser geração posterior a nossa, ou eu já nao estava mais na S. Vicente. Nao tenho Lembrança.Alguem tem noticia do meu amigo Clesio Marchesi. Grande atleta que confundia campo futebol com piscina qdo chovia durante jogo, ou quebrava o radio qdo o Palmeiras perdia o jogo.








Aparecido de Souza Uma ótima lembrança, do meu tio, foi um grande homem, com certeza, um bom pai, um parente, muito amigo...
 Minha graciosa prima Lindaura Tonielo

 De São Paulo até a Usina São Vicente e de 353 KM




 Este é o Rio Mogi, passando pela Usina São Vicente, municipio de Pitangueiras SP



Aparecido de Souza Neste quadro, destaco, os dançarinos Arlindo e Toninha, a o Alfeu, parece o primeiro o Vicentão, boca torta, em o Aparecido cidê meu primo..
Movimento religioso TLC na cidade de Jau SP
participaram Lindaura Tonielo, Sonia Rapanelo, e Aparecido de Souza
com a coloboração da grande Usina São Vicente 25 de Abril de
— com Lindaura Tonielo.




















quinta-feira, 26 de junho de 2014

Bom Dia!Cara de Santa do pau ôco


Havia muita coisa que não se encaixava no lançamento da candidatura à reeleição da presidente Dilma Rousseff nesse último fim de semana em Brasília. O slogan era Mais Mudança e Mais Futuro, e também falou-se em paz, mas não havia nada disso, muito pelo contrário.

Para começar, como falar em mudança e defender a permanência de uma candidata e de um projeto de poder rejeitado por mais da metade da população? De acordo com o Ibope, chega a 52% o índice do eleitorado que não confia na presidente Dilma.

Falou-se na convenção de negar o ódio, de pregar a paz. Mas foram comuns as provocações, as vaias e a agressividade de sempre direcionadas a todos que não comungam com as ideias e projetos do Partido dos Trabalhadores.

A militância foi capaz de vaiar até um aliado, como foi o caso do ex-prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, do PSD.

Como falar em conciliação quando o próprio presidente do partido, Rui Falcão, vê os adversários políticos como inimigos a serem dizimados e os atribuiu as seguintes características: "ódio, o rancor, o preconceito, o racismo, a violência, o machismo, a homofobia, o fundamentalismo".

E imaginar que Rui Falcão pode ser apenas uma engrenagem no processo de difamação. O próprio chefe-maior, o ex-presidente, Lula, assim se referiu aos adversários políticos: "Para eles mulher nasceu para ser objeto cama e mesa". Afora isso, Lula, sem citar nomes, fez as já tradicionais comparações com o ex-presidente FHC, que saiu do poder há 13 anos!

Além disso, sobraram ataques para a mídia que, segundo o ex-presidente Lula, "golpeia, falseia, manipula, distorce, censura e suprime fatos no intento de nos derrotar".

Ao fundo uma militância gritava de maneira estridente "mídia fascista, sensacionalista"!

Ao mesmo tempo, incoerentemente, a convenção tinha algo de farsesco, era muito produzida, muito rica, era para a "elite branca" de acordo com um militante histórico.

Ao mesmo tempo, um alto dirigente do PT redige um artigo em que condena o trabalho de jornalistas e humoristas brasileiros. Praticamente os condena a ser "inimigos da pátria".

Curioso que no final de tantas incoerências a própria candidata, em seu discurso, surja como uma espécie de coadjuvante de sua própria festa. Ironicamente, disse que não faz política com ódio. Acreditou quem quis.

E sobre o futuro? O futuro para Dilma é tentar concluir as obras prometidas ainda para 2010 que não conseguiu concluir.

A verdade é que todo o falatório de mudanças quando parte de quem está há tanto tempo comandando a máquina do poder soa falso. Mudança agora, só com um novo presidente. Paz de quem sempre foi beligerante não cola. E futuro de quem é obcecado pelo passado, não faz nenhum sentido.

Fonte: Democratas
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